Tribunal do Júri

O Plenário do Júri, medindo aproximadamente 230 metros quadrados, é todo revestido com lambris de madeira de lei, entalhada por artífices do Liceu de Artes e Ofícios, escola de Ramos de Azevedo. O teto, ornamentado com motivos renascentistas, tem ao centro uma clarabóia com belo vitral e lustres de bronze e alabastro, pesando cerca de meia tonelada cada. O crucifixo, em tamanho natural, foi entronizado em 2 de janeiro de 1933 por D.Guido Del Toro, na ocasião da primeira sessão do júri.

Nesse local ocorreram julgamentos como o do Cabo Bruno, Lindomar Castilho e Osmani Ramos; este sustentou sua própria defesa durante duas horas. O último julgamento foi de um rapaz do bairro de Vila Santa Catarina, que assassinou toda família.

O Salão do Tribunal do Júri, desativado em 1988, atualmente é utilizado para eventos especiais da magistratura, palestras e concursos.

No 4º andar, onde hoje está instalada a Biblioteca do Tribunal de Justiça, funcionou o 2º Tribunal do Júri, no período de 1965 a 1982.

Museu e Centro Cultural do Tribunal de Justiça
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