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Tribunal de Justiça instala Centro Integrado de Monitoramento

Sistema proporciona segurança a servidores, juízes e jurisdicionados.

 

        Em mais uma ação pioneira, o Tribunal de Justiça de São Paulo promoveu, na última quinta-feira (14), a inauguração do Centro Integrado de Monitoramento (CIM), unidade que aprimora, moderniza e profissionaliza a segurança da maior Corte de Justiça do país. A Central está conectada ao novo sistema integrado de segurança, que será instalado em 46 prédios de todo o Estado até o final de 2018 e proporcionará maior rapidez e efetividade na prevenção, detecção e gestão de incidentes.

        O CIM é formado por estações de trabalho interconectadas com os edifícios sob sua responsabilidade, o que permite ao operador acessar rapidamente qualquer das câmeras do prédio e receber imagens em tempo real. Ele também pode visualizar a planta do edifício e tem à disposição protocolos de segurança específicos, além de outras funcionalidades. A unidade conta, ainda, com sala de gerenciamento de crises, centro de processamento de dados, auditório para treinamentos de segurança e sala de imprensa. “Trata-se de um marco importante na política de segurança do Tribunal, um avanço extraordinário, que demonstra que uma instituição pública pode se modernizar e abrir novos caminhos de profissionalização”, disse o presidente do TJSP, desembargador Paulo Dimas de Bellis Mascaretti, que visitou as instalações após a solenidade de inauguração.

        O Centro Integrado de Monitoramento – que está sob a responsabilidade do Departamento de Segurança Patrimonial do TJSP (SAD 4) –, foi instalado pela empresa Informática   El Corte Inglés – Brasil no Prédio da Praça do Patriarca e dispõe de diversas funcionalidades, como o watchphone, linha direta com os fóruns que integram o sistema, e o ‘botão do pânico’, dispositivo por meio do qual o magistrado, ao acionar um controle remoto, dispara um alarme no CIM, que liga a câmera de seu gabinete. O contrato firmado com a empresa prevê, ainda, a instalação de câmeras com reconhecimento facial e software de inteligência artificial para análise de dados, catracas para controle de acesso, estação de registro de visitantes e fechaduras eletrônicas.

 

        N.R.: texto originalmente publicado no DJE de 18/12/17. 

 

        Comunicação Social TJSP – AM (texto) / DG (fotos)

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